DotSUB e possibilidades na Educação

logo do dotSUB

Já faz algum tempo que desejo escrever sobre o site dotSUB, com ele é possível compartilhar vídeos, acessar vídeos legendados em diversos idiomas e ajudar a traduzí-los online de forma colaborativa. É possível até mesmo traduzir vídeos compartilhados em outros sites (tal como o youtube).

Fiz hoje uma legenda para um vídeo que produzi para o Portal do Professor no ano passado, falando sobre Podcast na Educação, depois com auxílio das ferramentas de idiomas do google, fiz uma tradução (tabajara) para o inglês.

Gostei muito da possibilidade de exportar as legendas em diferentes formatos, entre eles o popular SRT. Para quem não sabe as legendas são criadas separadas dos arquivos de vídeos. O arquivo de uma legenda lembra um texto, porém acrescentado de informações de tempo (início e fim do surgimento da legenda).

Pesquisando pela internet, encontrei o software livre, Open Subtitle Translator que permite traduzir legendas, utilizando serviços online, como os do google. Vou tentar utilizar este softwarer para traduzir o meu vídeo para  francês, chines e espanhol com apenas alguns cliques! Mas isso fica para próxima… Por enquanto compartilho minha produção em português e inglês: (escolha o idioma na opção CHOOSE LANGUAGE…) Para acessar na página clique aqui.

Utilizando o dotSUB é possivel fazer a tradução de vídeos do youtube (português-inglês ou vice versa) nas aulas de Lingua estrangeira. Com certeza os alunos iriam se mobilizar para traduzir e sincronizar um clipe ou trecho de uma animação. Fica ai a sugestão de atividade!
Em tempo: depois vou dar uma boa lida neste site  Open Translation Project

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7º SENAED – Seminário Nacional ABED de Educação à Distância

Pessoal estarei participando (assíncronamente) com vídeo, vídeo-aulas e áudios. Espero que possamos aprender e compartilhar muitas novidades neste seminário.

7º SENAED – Seminário Nacional ABED de Educação à Distância
“Polifonia na Docência e Aprendizagem Online”

senaed7O 7º Seminário Nacional ABED de Educação a Distância – SENAED acontece entre 23 e 31 de maio de 2009, com uma grande novidade: pela primeira vez, o evento será totalmente a distância!

O tema central do Seminário é a “Polifonia na Docência e Aprendizagem Online”, envolvendo os diversos canais e as diversas vozes que participam da educação online. As atividades serão realizadas tendo sempre como referência os conceitos de interatividade e bidirecionalidade.

O evento envolverá inúmeras atividades síncronas e assíncronas em diversas plataformas, como: listas de discussão por email, ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, blogs, wikis, podcasts, vídeos, videoconferências, rádio, televisão, games e mundos virtuais.

Um dos objetivos do 7º SENAED é demonstrar, na prática, como essas diferentes ferramentas podem ser adequadamente utilizadas na educação a distância. O evento pretende, também, discutir o grau de proximidade que é possível alcançar com essas ferramentas e tecnologias entre os diversos personagens que participam da EaD.

Entre os debates, um interesse especial será dedicado à formação para a docência online e ao personagem “tutor”, incluindo sua contratação, remuneração, formação e qualificação.

Ainda teremos a discussão de outros temas, dos quais podemos destacar o papel do MEC na regulação da EaD; a situação da UAB – Universidade Aberta do Brasil; a validação de cursos de mestrado realizados no exterior; pós-graduação stricto sensu à distância; a qualidade dos cursos desenvolvidos na modalidade a distância e a introdução da EaD no ensino fundamental e médio.

As atividades envolverão palestrantes e moderadores que se destacam na prática e reflexão sobre EaD, contando com o apoio de diversos polos distribuídos pelo país. Os trabalhos e palestras apresentados durante o evento, assim como o resultado das discussões e construções coletivas, serão publicados no primeiro número da Revista da ABED, a ser lançada durante o 15° CIAED.

Para se inscrever, acesse: http://www.abed.org.br/seminario2009/inscricoes.htm

Mais informações no site do evento: http://www.abed.org.br/seminario2009/

Importante: O 7º SENAED será gratuito, com muitas atividades abertas, mas para se inscrever, participar de algumas atividades fechadas e ter direito ao certificado, você precisa ser associado à ABED.

Contamos com a sua presença! E divulgue à sua rede de contatos.

Realização: ABED
Coordenador: João Mattar (Universidade Anhembi Morumbi)
Comissão Organizadora: João Mattar (Universidade Anhembi Morumbi), Eliane Schlemmer (Unisinos) e Marco Silva (Estácio/UERJ)

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Webtevês abrem espaço para alunos terem suas próprias emissoras

(entrevista que dei para o site da claro)

Na época da conexão discada, tentar assistir a vídeos na internet tinha mais chances de resultar em raiva que em momentos agradáveis. A banda larga trouxe aos internautas a possibilidade de efetivamente usufruir dessa mídia e, com o surgimento do Youtube, assistir a filmes via web virou rotina diária para muita gente. Agora as possibilidades de interação começam a se expandir com a disseminação das webtevês, permitindo experiências extremamente novas e ricas para alunos e professores.

Em um ambiente de webtevê, os usuários não só postam e assistem a vídeos, mas montam programações inteiras, com horários definidos e estilo de comunicação próprio, como um verdadeiro canal de tevê. É a abertura para se ter uma emissora fora das restrições gigantescas impostas pelo método de concessão do governo, e aí está a ponte com a educação.

Usar a tevê tradicional em salas de aula nunca foi fácil. Os professores têm pouca ou nenhuma chance de influenciar as grades de programação. Em geral, os educadores é que têm de se adaptar de forma a combinar seu planejamento de aulas com os temas exibidos na televisão. Esse obstáculo é inexistente com o uso de webtevês, que surgem como mais uma chance de se modernizar a forma de ensinar. “Vivemos em uma sociedade tão midiática e nas salas de aula só se trabalha com texto”, lembra Eziquiel Menta, diretor de Tecnologia Educacional da Secretaria de Educação do Estado do Paraná.

Pratica fácil

Para criar uma webtevê, em geral é necessário cadastrar-se e às vezes criar um perfil pessoal. Nada muito complicado. Alguns campos de formulário e já é possível “embedar” (colocar no ar algum vídeo que estava hospedado em outro site), fazer upload de material exclusivo, promover chats e até transmitir ao vivo. Sites como o Stickcam e o Justin.tv são muito simples e rápidos de se configurar. Outros, como o Mogulus, têm serviços gratuitos e alternativas pagas que oferecem uma série de ferramentas adicionais, como tela widescreen, qualidade HD e análises estatísticas de audiência da sua tevê.

Desde 2005, Menta vem trabalhando com podcasts no ambiente escolar e mais recentemente começou a experimentar as possibilidades abertas pelas webtevês. A idéia é não só disponibilizar conteúdos relacionados ao aprendizado, mas envolver os alunos na própria produção audiovisual, montando verdadeiras equipes de reportagem. “Isso abre possibilidade para se colocar os alunos em contato com as novas tecnologias existentes e ainda discutir questões como a da influência da mídia e dos direitos autorais”, explica.

Graças a esse formato, o conteúdo e a experiência acabam atingindo turmas inteiras, como conta Carlos Lima, coordenador do programa Nas Ondas do Rádio, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo: “Isso ativa as habilidades de se trabalhar em grupo, conhecer os temas e melhorar a expressão escrita e oral em uma atividade gerada pelo coletivo. E abre a possibilidade de se aprender fazendo”. O programa apresenta via webtevê e podcast coberturas de eventos e entrevistas realizadas por alunos da rede pública de ensino.

Como qualquer outro instrumento tecnológico que se coloca em meio aos livros no processo de aprendizagem, as webtevês ainda encontram resistência por parte dos professores. Porém, mais que o bloqueio quanto à familiaridade com o uso da internet, Lima alerta para um outro empecilho. “Existe uma desconfiança muito maior no poder que os jovens têm para assumir o papel de produtores de conhecimento. Eles têm muitas boas idéias que às vezes não são bem aceitas pelos adultos”. E é justamente com o uso de novas linguagens que educador e aluno podem se aproximar. “A comunicação é um caminho para diminuir a grandeza que o professor acha que tem e revelar o poder que a gente geralmente acha que o aluno não tem. Um meio de colocar os dois para conversar, mostrarem-se um ao outro com mídias bastante colaborativas”, completa.

Alguns sites para criar webtevês

http://www.stickam.com/

http://pt-br.justin.tv/

http://www.mogulus.com/

viaSite Instituto Claro – Novas tecnologias, novas formas para aprender.

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